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Após execução de delator do PCC, força-tarefa analisa bens de, pelo menos, dois policiais

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Após execução de delator do PCC, força-tarefa analisa bens de, pelo menos, dois policiais

Polícia está refazendo os passos dos executores para identificar todos eles e saber se os bandidos tiveram ajuda de alguém que já estava no saguão. A policia analisa imagens do dia em que o delator do PCC foi assassinado em Guarulhos A polícia paulista está investigando o patrimônio de pelo menos dois policiais citados pelo delator do PCC, Antônio Vinicius Gritzbach. Ele foi executado na sexta-feira da semana passada, no Aaeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A força-tarefa, formada pelas Polícias Civil, Militar e Científica de São Paulo, começou a analisar os bens de um agente, que ganha cerca de R$ 7500 por mês e já foi sócio de uma concessionária de carros de luxo no interior paulista. A loja está agora no nome da mulher dele. E de um investigador - que ganha cerca de R$ 5500 - e aparece como dono de uma construtora, uma empresa de segurança e uma clínica de estética. LEIA MAIS: Delator do PCC chegou a ficar 21 dias trancado em casa, com medo de ser executado Polícia suspeita que PCC monitorou voo Antes de ser executado, Antônio Vinicius falou à Corregedoria da Polícia Civil Desde a execução do delator Antônio Vinicius Lopes Gritzbach no aeroporto de Guarulhos, a força-arefa criada para investigar o crime já afastou 8 policiais militares e 5 policiais civis das ruas. A polícia agora está refazendo os passos dos executores para identificar todos eles e saber se os bandidos tiveram ajuda de alguém que já estava no saguão. O carro preto usado pelos bandidos passou por um dos acessos internos do aeroporto. Segundo a investigação, logo depois veio o carro onde estava a escolta de Antônio Vinicius. Segundo a polícia, as imagens podem indicar que os assassinos deram voltas até que fossem informados, por um olheiro, sobre o momento exato em que o delator saiu do terminal - onde acabou assassinado. Vídeo mostra carro dos atiradores e depois o da escolta do delator do PCC Antônio Vinicius Lopes Gritzbach era acusado de lavar dinheiro para o PCC e de ser o mandante do assassinato de dois integrantes da facção. Ele negava os homicídios, mas chegou a ser preso no ano passado, e foi solto depois de um habeas corpus. Em abril deste ano, a Justiça homologou uma delação premiada dele com o Ministério Público. Na delação, ele denunciou um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção policial. Antonio Vinícius Gritzbach Reprodução/TV Globo

Publicada por: RBSYS

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