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Candidatos à Presidência dos EUA endurecem ataques recíprocos

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Candidatos à Presidência dos EUA endurecem ataques recíprocos

Em um país onde o voto não é obrigatório, as campanhas de Donald Trump e Kamala Harris estão tentando motivar o eleitor a ir às urnas. 'Rap' de Obama e farpas entre Kamala e Trump marcam campanha presidencial nos EUA Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos endureceram os ataques recíprocos. O ex-presidente Donald Trump usou insultos para chamou criticar Kamala Harris. Ele sugeriu que Kama tenha adotado posições contraditórias para conseguir votos. Nesta terça-feira (22), em um comício na Carolina do Norte, chamou a rival de preguiçosa, disse também que ela era burra. Integrantes do Partido Democrata acusaram Trump de racismo. Também na terça-feira (23), Kamala deu entrevista para o canal de televisão NBC. Ela foi questionada se o país está pronto para ter uma mulher negra na presidência. E respondeu: "Com certeza". Candidatos à Presidência dos EUA endurecem ataques recíprocos Reprodução/TV Globo Kamala disse que Trump tentou desfazer uma votação livre e justa para negar a vontade do povo na última eleição presidencial. Kamala deu entrevista para o canal de televisão NBC Reprodução/TV Globo Esse momento da eleição não tem sido marcado somente pelas provocações entre os candidatos. Também tem sido marcado um raro ataque por parte do presidente Joe Biden e versos de rap recitados pelo ex-presidente Barack Obama. O ex-presidente democrata Barack Obama fez campanha para Kamala ao lado do rapper Eminem. A multidão vibrou quando eles recitou versos de "Lose Yourself", do próprio rap, que fala sobre um momento decisivo na vida de uma pessoa. Obama também afirmou que não é preciso saber como será um Trump mais velho e mais lunático na presidência. Ex-presidente democrata Barack Obama fez campanha para Kamala ao lado do rapper Eminem Reprodução/TV Globo Eleição nos EUA: projeções indicam disputa acirrada entre Donald Trump e Kamala Harris Historicamente, não é incomum que declarações fortes sejam feitas perto da data da eleição. O presidente Joe Biden afirmou na terça-feira (23) que Trump deveria ser preso. Em seguida, se corrigiu e disse que Donald Trump deveria ser tirado da política. Em entrevista ao jornal “The New York Times”, o ex-chefe de gabinete do governo Trump, John Kelly, disse que, se não for impedido, o ex-presidente vai governar como um ditador. Ele afirmou que Trump se encaixa na definição de fascista. Kelly disse que Trump comentou mais de uma vez que o nazista Adolf Hitler fez "coisas boas". Ex-chefe de gabinete do governo Trump, John Kelly, disse que Trump vai governar como um ditador Reprodução/TV Globo A campanha de Donald Trump disse que as declarações já foram desmascaradas antes e que John Kelly está se fazendo de tolo. Kamala Harris reagiu às revelações. Acusou Trump de querer que militares sejam leais a ele, e não à constituição do país. E disse que o ex-presidente busca poder ilimitado. Candidatos à Presidência dos EUA endurecem ataques recíprocos Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Atuação política de Elon Musk gera debate sobre o peso do dinheiro na eleição presidencial dos EUA Eleição nos EUA: veja outros momentos que Musk interferiu na corrida eleitoral

Publicada por: RBSYS

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