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Cigarro eletrônico aumenta insuficiência cardíaca? Médico explica riscos

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Cigarro eletrônico aumenta insuficiência cardíaca? Médico explica riscos

Em casos mais graves, pacientes precisam passar por transplante de coração. Anvisa proíbe comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de cigarros eletrônicos no Brasil. Cigarro eletrônico aumenta em até 19% a chance de desenvolver problemas cardíacos Apesar de ter algumas caraterísticas diferentes do cigarro convencional, como o cheiro e o sabor, o cigarro eletrônico, também conhecido como vape, é tão prejudicial para a saúde quanto o comum. Em um estudo realizado pelo Colégio Americano de Cardiologia, nos Estados Unidos, foi demonstrado que o uso do produto pode aumentar em até 19% o risco de insuficiência cardíaca. Na pesquisa, feita com 175 mil pessoas, 3,2 mil desenvolveram insuficiência cardíaca em um período de 45 meses. No Brasil, a comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de cigarros eletrônicos são proibidas pela Anvisa. Em entrevista ao Bom Dia Cidade, da EPTV, afiliada da TV Globo na região de Ribeirão Preto (SP), o cardiologista Fernando Nobre explica a relação entre a insuficiência cardíaca e o cigarro eletrônico, além de outras doenças associadas ao uso do produto. Veja no vídeo acima a entrevista na íntegra. Siga o canal g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O que é a insuficiência cardíaca? O problema que é caracterizado por dificuldades na circulação sanguínea. São dois tipos: O primeiro é quando o músculo cardíaco fica rígido e não se enche adequadamente de sangue entre as contrações O segundo é o contrário, o músculo cardíaco fica fraco e não consegue contrair como deveria para enviar sangue ao corpo O primeiro tipo foi o mais associado a quem estava participando do estudo. Nos casos mais graves da insuficiência cardíaca, o paciente precisa passar por um transplante de coração. Jovem segura cigarro eletrônico Reprodução/TV Globo Diferença entre nicotina do cigarro comum e do eletrônico O cardiologista diz que, apesar de o cheiro ser diferente e, muitas vezes, ser mais atrativo aos jovens por ter algumas particularidades, tanto a nicotina do cigarro eletrônico quanto a do convencional são prejudiciais à saúde. “É tão ruim quanto o cigarro e ainda acrescido desses aspectos que eu disse a forma como ela é inalada também dá a ela uma característica muito ruim e muito perniciosa à saúde”, explica. A quais doenças o cigarro eletrônico está relacionado? Nobre também aponta que o uso dos cigarros eletrônicos pode estar associado a outros diagnósticos como câncer, doenças pulmonares, infarto, AVC e aterosclerose, doença inflamatória que pode causar a obstrução dos vasos sanguíneos. “Quando você fuma, imediatamente, após o consumo, você já começa a ter alterações. É uma sequência que vai se prolongando ao longo do tempo e essa forma de administração de tabaco”, explica o médico sobre o risco de vapes. Cigarro eletrônico Banco de imagens - freepik Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Publicada por: RBSYS

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