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'Consórcio Novas Escolas SP' arremata 1° lote de construção de escolas públicas do estado de SP por R$ 3,38 bilhões

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'Consórcio Novas Escolas SP' arremata 1° lote de construção de escolas públicas do estado de SP por R$ 3,38 bilhões

Empresa ofereceu o maior desconto (-21,43%) em relação ao valor de referência do leilão. Parceiro privado ficará encarregado de criar centros educativos com ambientes integrados, tecnologia, espaços de inovação e de estudo individual. Prazo de concessão é de 25 anos. Consórcio Novas Escolas Oeste SP vence leilão da PPP das escolas, lote Oeste O ‘Consórcio Novas Escolas SP’ venceu nesta terça-feira (29) o leilão de privatização do 1° lote de construção e manutenção de 17 escolas públicas estaduais em São Paulo, por R$ 3,38 bilhões. Por mês, o governo deverá pagar para a empresa R$ 11,9 milhões para construir e administrar essas escolas. A empresa ofereceu o maior desconto (-21,43%) em relação ao valor de referência do leilão que era de R$ 15,8 milhões mensais. Com isso, os R$ 11,9 milhões será o valor que a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) terá que pagar mensalmente para a empresa vencedoras construir esse 1° lote de escolas no interior do estado. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Consórcio vencedor do 1° leilão de construção de escolas públicas em São Paulo. Letícia Dauer/g1 Após a construção, o consórcio ficará responsável pela administração e manutenção das escolas por 25 anos. O parceiro privado ficará encarregado de criar centros educativos com ambientes integrados, tecnologia, espaços de inovação e de estudo individual. Apenas serviços não-pedagógicos serão negociados, ou seja: as atividades pedagógicas seguem sob responsabilidade da Secretaria da Educação. A venda aconteceu por volta das 10h55 no prédio da Bolsa de Valores, a B3, no Centro de São Paulo, sob fortes protestos. Do lado de fora da B3, grupos contrários à privatização de escolas públicas no estado protestaram contra o leilão promovido pela gestão do governador Tarcísio de Freitas. As empresas que fizeram ofertas por esse 1° lote são as seguintes: Consórcio novas escolas oeste SP: R$ 11.989.753,71 (-21,43%) CS Infra S/A: R$ 12.996.831,00 (-14,83% deságio) Consórcio Jope ISB: R$ 13.474.548,21 (-11,70%) Consórcio SP + escolas: R$ 13.961.340,00 (-8,51%) Consórcio novas escolas SP: R$ 14.908.984,80 (-2,30%) Privatização de escolas públicas O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) cumprimenta apoiadores na comemoração da vitória do prefeito reeleito Ricardo Nunes (MDB) Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo O leilão desta terça-feira (29) abre uma nota etapa dos planos de privatização do governo Tarcísio de Freitas. Depois de privatizar a EMAE e a Sabesp, o governo de SP agora se lança nos leilões para a parceria público-privada para a construção e manutenção de escolas no estado. O projeto Novas Escolas prevê 33 unidades, divididas em dois lotes, e cada concessionária ficará com um lote. Elas vão atender 35 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. O parceiro privado ficará encarregado de criar centros educativos com ambientes integrados, tecnologia, espaços de inovação e de estudo individual, por exemplo, e o prazo de concessão é de 25 anos. O valor do contrato do primeiro lote será de R$ 1 bilhão, e o total, de R$ 2,1 bilhões. Detalhes do primeiro lote, o "Oeste", que será negociado na b3 nesta terça, a partir das 10h: Total de 17 escolas; 462 salas de aula; 17.160 vagas para estudantes As unidades serão construídas em Araras, Bebedouro, Campinas, Itatiba, Jardinópolis, Lins, Marília, Olímpia, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, São José do Rio Preto, Sertãozinho e Taquaritinga. Detalhes do segundo lote, o "Leste", que tem a previsão de acontecer em 4/11, às 14h, também na b3: Total de 16 escolas; 476 salas de aula; 17.680 vagas; Essas unidades vão ser feitas em Aguaí, Arujá, Atibaia, Campinas, Carapicuíba, Diadema, Guarulhos, Itapetininga, Leme, Limeira, Peruíbe, Salto de Pirapora, São João da Boa Vista, São José dos Campos, Sorocaba e Suzano; A proposta O decreto também define que a prestação de serviços não pedagógicos pela concessionária poderá ser executada por terceiros, como: manutenção de toda a unidade escolar; limpeza das áreas internas e externas das unidades; vigilância e portaria, incluindo monitoramento do sistema de câmeras e controle de acesso por meio de portaria; alimentação, incluindo o preparo e porcionamento de alimentos; jardinagem e controle de pragas. O critério de julgamento da licitação será o "de menor valor da contraprestação pública máxima a ser paga pelo Poder Concedente". Metade das unidades deve ser entregue em dois anos, e o restante, até janeiro de 2027. Segundo o governo paulista, o contrato ainda prevê um "verificador independente", que vai auxiliar na fiscalização dos serviços, especialmente no atendimento aos indicadores de desempenho. O verificador independente também precisará atender a requisitos de qualificação estipulados pelo contrato. Além disso, uma nota de desempenho será calculada com base em indicadores de qualidade de serviços como alimentação, vigilância, limpeza e internet. Também serão avaliados a qualidade de ambientes como banheiros, salas de aula e refeitórios, além do adequado fornecimento de água, esgoto, energia elétrica e gás. Pesquisas de opinião com a comunidade escolar sobre os serviços oferecidos também devem ser realizadas periodicamente.

Publicada por: RBSYS

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