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CPI da Dívida Bilionária: ex-vice-prefeito de Teresina será ouvido na quarta (6)

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CPI da Dívida Bilionária: ex-vice-prefeito de Teresina será ouvido na quarta (6)

Robert Rios, ex-vice-prefeito de Teresina Isabela Leal/g1 PI O ex-vice-prefeito e ex-secretário de Finanças de Teresina, Robert Rios, será ouvido nesta quarta-feira (6) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a dívida de R$ 3,6 bilhões denunciada pela atual gestão da Prefeitura da capital. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Ele será o segundo a prestar depoimento à CPI. Em julho, os vereadores ouviram o atual secretário de Finanças, Edgar Carneiro. Ao g1, Robert Rios confirmou que irá à Câmara Municipal e afirmou que responderá às perguntas sobre os empréstimos realizados durante a gestão do ex-prefeito Dr. Pessoa (PRD). "Os empréstimos não são necessariamente um 'rombo', mas o que a Prefeitura faz com o dinheiro deles é que pode ser [discutido]", comentou Robert. Presidente da CPI da Dívida, vereador Dudu (PT), afirma que vai pedir auditoria dos empréstimos LEIA TAMBÉM Prefeito de Teresina alega dívida de R$ 3,67 bi e suspende nomeações e novas despesas Dr. Pessoa alega que não deixou dívidas para a nova gestão da Prefeitura de Teresina Secretário de Finanças de Teresina detalha empréstimos na CPI da Dívida Bilionária Um desses contratos, detalhados pelo atual secretário de Finanças, foi celebrado com o Banco do Brasil no valor de R$ 500 milhões. Na época, Dr. Pessoa destacou que o dinheiro iria custear obras em execução, como o rebaixamento da Avenida Frei Serafim e a construção da ponte da Universidade Federal do Piauí (UFPI). De acordo com Edgar Carneiro, a Prefeitura de Teresina gasta, por mês, cerca de R$ 25 milhões para pagar os empréstimos feitos pelo poder público municipal. Auditoria dos contratos Câmara Municipal de Teresina Eric Souza/g1 O presidente da CPI da Dívida, vereador Dudu (PT), disse que os parlamentares vão solicitar uma auditoria da execução do valor desses empréstimos. Segundo ele, a maior parte dos débitos apontados pela Prefeitura são despesas correntes líquidas — ou seja, o quanto a gestão gasta para manter os serviços públicos funcionando, como saúde, educação e salários, com alguns descontos aplicados. "O que a Câmara não vai aceitar é que esses números apresentados pelo prefeito (Silvio Mendes) fiquem sendo 'cortina de fumaça' para não ter medicamento na UPA, nem transporte público", afirmou Dudu. O g1 procurou a Prefeitura de Teresina e aguarda posicionamento sobre as declarações do vereador. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Publicada por: RBSYS

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