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Em votação acirrada, promotores e procuradores definem lista tríplice para chefia do MP-SP; nome será escolhido por Tarcísio de Freitas

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Em votação acirrada, promotores e procuradores definem lista tríplice para chefia do MP-SP; nome será escolhido por Tarcísio de Freitas

Concorreram os procuradores José Carlos Cosenzo, Antônio Carlos da Ponte, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, Tereza Exner e José Carlos Bonilha; 2 mil membros do Ministério Público estadual participaram da votação para procurador-geral de Justiça. Prédio do Ministério Público de São Paulo, no Centro de São Paulo Divulgação Membros do Ministério Público de São Paulo definiram neste sábado (13) a lista tríplice para o cargo de procurador-geral de Justiça no biênio 2024-2026. Concorreram os procuradores José Carlos Cosenzo, Antônio Carlos da Ponte, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, Tereza Exner e José Carlos Bonilha. 2 mil promotores e procuradores participaram da votação, que começou às 9h e foi encerrada às 17h; Cosenzo teve 1.004 votos; Seguido por Antônio Carlos da Ponte (987); Paulo Sérgio (731); Tereza Exner (508) e José Carlos Bonilha (467) ficaram de fora da lista. Cosenzo e Costa foram nomes apoiados pelo ex-procurador-geral Mário Sarrubbo, que deixou o cargo para assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública a convite do ministro Ricardo Lewandowski. Já Ponte fazia oposição a Sarrubbo. Agora, cabe ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) escolher, entre os três mais votados, quem assumirá o cargo máximo no Ministério Público estadual. Entre as funções do chefe do MP-SP, estão: garantir o andamento administrativo da instituição, zelar pela unidade e pelo cumprimento das funções constitucionais do órgão, atuar em casos específicos de demandas judiciais, sejam elas cíveis, criminais ou eleitorais. Além disso, a Procuradoria-Geral de Justiça é responsável por provocar a Justiça em casos de dispositivos inconstitucionais editados por municípios ou pelo Estado. José Carlos Cosenzo é subprocurador-geral de Justiça de Políticas Criminais do MP-SP; Antônio Carlos da Ponte é ex-secretário adjunto da Segurança Pública de SP; Paulo Sérgio Oliveira e Costa é ex-diretor da Escola Superior do MP-SP; Tereza Exner é ex-corregedora do MP-SP; José Carlos Mascari Bonilha é ex-diretor-geral do MP-SP. Antônio Carlos da Ponte foi o 1º colocado em eleição do MP paulista em 2020, quando o então governador João Doria optou por Sarrubbo – o 2º mais votado. À época, ele teve 1.020 votos, contra 657 a favor de Sarrubbo. Mario Sarrubbo. Divulgação/GESP

Publicada por: RBSYS

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