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Ex-presidente e ex-CEO estão entre alvos de operação que investiga rombo de R$ 400 milhões em cooperativa de Saúde MT e MG

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Ex-presidente e ex-CEO estão entre alvos de operação que investiga rombo de R$ 400 milhões em cooperativa de Saúde MT e MG

Suspeitos são investigados pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato e lavagem de dinheiro. Rubens Carlos de Oliveira Jr. e Eroaldo Oliveira, ex-presidente e ex-CEO da Unimed, respectivamente Reprodução Rubens Carlos de Oliveira Jr. e Eroaldo Oliveira, ex-presidente e ex-CEO da Unimed Cuiabá, respectivamente, estão entre os alvos da Operação Bilanz, deflagrada nesta sexta-feira (30), que investiga um rombo de R$ 400 milhões na cooperativa de saúde, em Mato Grosso e Minas Gerais. O g1 entrou em contato com a defesa de Rubens, mas não obteve retorno até esta publicação. A reportagem tenta contato com a defesa de Eroaldo. Já a Unimed informou que ainda não vai se manifestar sobre o caso. Segundo a PF, os alvos são investigados por suspeita de falsidade ideológica, estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, durante a gestão de 2019-2023. Material encontrado durante a operação Polícia Federal A polícia também identificou indícios de práticas ilícitas relacionadas à gestão financeira e administrativa da entidade, incluindo a apresentação de documentos com graves irregularidades contábeis à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão temporária, além de mandados de busca e apreensão, afastamento de sigilos telemático, financeiro e fiscal, e sequestro de bens dos investigados, ainda de acordo com a PF. Acordo Em abril deste ano, foi firmado um acordo entre o Ministério Público Federal em Mato Grosso e a Unimed Cuiabá, que forneceu elementos para as investigações. O acordo surgiu após investigações sobre possíveis obstáculos à fiscalização ANS, incluindo a apresentação de informações econômico-financeiras com graves irregularidades. Segundo o MPF, a Unimed Cuiabá reconheceu a participação em práticas irregulares e se comprometeu com as seguintes medidas: Pagar multa de R$ 412,2 mil ao Fundo de Direitos Difusos e Coletivos Implementar um programa de compliance de padrão internacional Cooperar plenamente com as autoridades, incluindo investigações internas suspeita de falsidade ideológica, estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, durante a gestão de 2019-2023 Polícia Federal Nome da operação O termo em inglês significa balanço patrimonial, fazendo alusão às fraudes contábeis e documentais que a gestão da Cooperativa realizou durante a gestão de 2019-2023.

Publicada por: RBSYS

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