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Força-tarefa oferece R$ 50 mil de recompensa para localizar suspeito de ser informante no caso do delator do PCC morto em aeroporto

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Força-tarefa oferece R$ 50 mil de recompensa para localizar suspeito de ser informante no caso do delator do PCC morto em aeroporto

Homem é suspeito de participação no assassinato de Vinicius Gritzbach. Empresário foi morto com dez tiros no dia 8 em Guarulhos, Grande SP. Investigação apura mandante e motivos do crime. Kauê do Amaral Coelho, suspeito de participação no assassinato do delator do PCC Reprodução/YouTube A força-tarefa da Secretaria da Segurança Pública (SSP) que investiga a execução de Vinicius Gritzbach, delator do PCC, no Aeroporto Internacional de São Paulo, anunciou nesta terça-feira (19) uma recompensa de R$ 50 mil para localizar o suspeito de ser o informante que possibilitou o crime. O homem foi identificado como Kauê do Amaral Coelho e teria ligação com a facção criminosa. A Polícia Civil fez uma operação mais cedo para prendê-lo, mas não o encontrou. Conseguiu apenas cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp A polícia chegou até Kauê ao analisar as câmeras de segurança do aeroporto. Segundo o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, fica nítido pelas imagens que, ao olhar para os carros dos atiradores, o suspeito aponta para Vinicius no momento em que desembarcava de uma viagem de Maceió. O empresário foi morto a tiros no dia 8 de novembro. Um motorista de aplicativo que estava no local também foi atingido e morreu. Outras três pessoas ficaram feridas. Investigadores da Polícia Civil e da Polícia Militar apuram quem mandou matar Vinicius, quem o assassinou e por quais motivos. Entre as hipóteses investigadas estão o envolvimento de policiais civis, policiais militares, um agente penitenciário, um devedor ou membros da facção criminosa PCC. Além de delatar à Justiça integrantes do Primeiro Comando da Capital por lavagem de dinheiro, o empresário delatou agentes da Polícia Civil, da PM e da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) por corrupção. Um homem que devia R$ 6 milhões a Vinicius também é investigado. Ele pagou a dívida com joias em Alagoas. Polícia tenta identificar assassinos que executaram o delator do PCC Segundo os investigadores, cada um dos suspeitos teria seus próprios motivos para querer matar Vinicius. O número total de agentes de segurança investigados não foi divulgado pela força-tarefa. A reportagem apurou que ao menos 13 policiais, entre civis e militares, são suspeitos de participação no crime. Desse grupo, oito PMs foram afastados. Policiais civis também, mas a SSP não informou quantos foram. Vinicius era réu em processos de homicídio contra dois membros do PCC e por fazer lavagem de dinheiro para a facção. Ele respondia aos crimes em liberdade. Em abril, a Justiça homologou uma delação premiada dele com o Ministério Público. O acordo permitiria que o empresário tivesse redução das penas no caso de condenações. Em troca, ele denunciou integrantes da facção por lavagem de dinheiro e agentes de segurança por extorsão. Um áudio que faz parte da deleção revela, segundo a defesa de Vinicius, um advogado ligado ao PCC oferecendo a um policial civil R$ 3 milhões de recompensa para ele matar o empresário. Ele também acusou agentes de cobrarem R$ 40 milhões para deixar de investigá-lo como suspeito de ser o mandante dos assassinatos criminosos do PCC. O empresário disse que não pagou a propina. LEIA MAIS: Em áudio, PCC oferece R$ 3 milhões a policial para matar delator da facção, diz advogado de empresário em acordo com MP; ouça Visto para os EUA, liberação de helicóptero, lanchas e 15 imóveis: veja pedidos feitos por delator do PCC antes de delação com o MP Antes de ser executado, delator do PCC falou à Corregedoria da Polícia Civil que agentes cobraram R$ 40 milhões para deixar de investigá-lo Veja o que se sabe sobre dinâmica do atentado Arte/ g1

Publicada por: RBSYS

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