Ezabely Lopes, de 27 anos, trata Linfoma de Hodgkin, um tipo de tumor que afeta o sistema linfático; ela divide rotina nas redes sociais para incentivar outras pessoas a lidarem com o câncer de maneira mais leve. Miss faz desfile durante sessão de quimioterapia em Muriaé
Diretamente das passarelas do mundo miss até o ambulatório de quimioterapia do Hospital do Câncer de Muriaé, a atriz e modelo Ezabely Lopes, de 27 anos, realizou um desfile improvisado durante uma sessão de quimioterapia para tratar um Linfoma de Hodgkin, um tipo de tumor do sistema linfático.
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Com direito a coroa e anúncio feito pelo técnico em enfermagem, Guilherme Barreto, ela compartilhou o momento nas redes sociais, onde busca incentivar outras pessoas a lidarem com o câncer de maneira mais leve.
Estudante de enfermagem, a mineira é natural de Viçosa e divide a paixão pela área da saúde com as passarelas, sendo vencedora de 13 concursos de beleza, incluindo títulos como Miss Belo Horizonte Teen, Miss Minas Gerais Teen e Miss Brasil Teen.
"De todos os concursos de miss já ganhos, sem dúvidas essa batalha para conquistar a cura do câncer é o título que mais almejo dizer: eu venci".
Ezabely ao lado do técnico em enfermagem Guilherme Barreto e da enfermeira Thayane Ferreira.
Hospital do Câncer de Muriaé/Divulgação
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Empoderamento e autoestima
Na rede social, onde tem mais de 12 mil seguidores, compartilhou momentos importantes como a primeira sessão de quimioterapia, o dia em que raspou o cabelo e as lições aprendidas com a doença, além de debater sobre empoderamento feminino e autoestima.
"Acredito que tudo na vida tem um propósito e tem sido muito gratificante ver outras mulheres que estão passando pelo menos processo se inspirando em mim. Sempre me mantenho com o pensamento positivo e que tudo já deu certo. Não é o câncer que irá me invalidar", finalizou.
Modelo durante primeira sessão de quimioterapia, em dezembro de 2023
Reprodução/Redes Sociais
Ezabely já realizou nove sessões de quimio. Após o término das 12 sessões que precisam ser feitas, ela vai repetir o exame pet scan para saber se ainda há atividade tumoral.
A partir daí, a equipe médica que a acompanha vai avaliar a necessidade de realização de radioterapia para complementar o tratamento.
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Publicada por: RBSYS