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Museu do Futebol, em São Paulo, reabre as portas depois de 8 meses de reforma

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Museu do Futebol, em São Paulo, reabre as portas depois de 8 meses de reforma

Nessa nova fase, o futebol feminino ganha destaque. Até domingo (14), a entrada é gratuita. Museu do Futebol reabre em São Paulo depois de 8 meses de reforma O Museu do Futebol, em São Paulo, reabriu nesta sexta-feira (12) após uma reforma que durou oito meses. Nessa nova fase, o futebol feminino ganha destaque. Quem gosta de futebol, quem é meio indiferente e até quem não está nem aí, sempre encontra algo interessante no Museu do Futebol. A história do Brasil, a formação da identidade cultural brasileira, as chuteiras que o Neymar usou nas finais Olímpicas de 2012 (prata) e 2016 (ouro). A camisa que o Pelé usou na final da Copa do Mundo de 1970. O museu estava fechado fazia oito meses para uma reformulação. Ganhou recursos tecnológicos, se modernizou, ficou mais divertido. Dá para interagir em mais de uma dezena de atrações. Mas, principalmente, resolveu um problema que vira e mexe incomoda a Ágata Lopes, de 8 anos, quando o assunto é futebol. “Tem muita pouca mulher. Nessas fotos só tem homem”, diz a menina. Museu do Futebol, em São Paulo, reabre as portas depois de 8 meses de reforma Reprodução/TV Globo O Museu do Futebol foi aberto em 2008, sem falar do futebol feminino. Nada. Só sete anos depois, a partir de 2015, passou a fazer exposições temáticas e iniciou pesquisas que culminaram na reabertura desta sexta-feira (12), dando ao futebol feminino o protagonismo que merece. "A gente traz nessa renovação a história do futebol feminino, que grande parte é desconhecida ainda, e logo mais teremos a Copa - sediar a Copa do Mundo em 2027. Então, a gente traz o futebol de mulheres no Brasil não como uma única sala, mas permeando o museu, mostrando como isso se desenvolveu no país”, diz Renata Motta, diretora executiva do Museu do Futebol. Museu do Futebol, em São Paulo, reabre as portas depois de 8 meses de reforma Reprodução/TV Globo Vemos desde quando o jogo delas era proibido no Brasil até o surgimento de nossas grandes estrelas. É uma inclusão detalhista. Revela até no futebol de brinquedo, os times femininos de pebolim. "Essa é a sala que conta a história das Copas do Mundo. Até o ano passado, ela não tinha referência nenhuma às Copas femininas. Isso foi corrigido agora. Cada estrutura que traz a história de uma Copa masculina - de 1998 - vem acompanhada também da história da Copa feminina, essa, a de 1999”, diz Renata Motta. Museu do Futebol, em São Paulo, reabre as portas depois de 8 meses de reforma Reprodução/TV Globo E se Pelé sempre foi idolatrado, agora temos muitas Martas. Até de tamanho real. Para alegria da Ágata. "A Marta, eu gostei dela. Porque ela já foi... Ela é a rainha do futebol das mulheres. Por isso. Eu gosto bastante dela por isso. Tinha muitas maquetes dela. Eu amei ver”, conta Ágata Lopes. A camisa que o Pelé usou na final da Copa do Mundo de 1970 Reprodução/TV Globo A reformulação também aborda outra questão das mais importantes hoje: a frase de Vini Jr. avisa ao racista: "Eu não vou parar de bailar". E o passo a passo da dança está ali para quem quiser bailar junto. Os paulistanos estavam com saudades e lotaram o museu nesta sexta-feira (12) na reabertura. Até domingo (14), a entrada é gratuita para que o maior número de visitantes possa ver o museu do jeito que a gente quer o futebol: inclusivo, diverso, igualitário e sem preconceitos. Ah, bonito também. Frase de Vini Junior: "Eu não vou parar de bailar" Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Museu do Futebol reabre com vídeos do uso político da camisa da seleção, morte de Pelé e prisões de Robinho e Daniel Alves por estupro

Publicada por: RBSYS

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