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Projeto acolhe casais durante e após processo de adoção em Rio Preto: 'Acalma o coração'

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Projeto acolhe casais durante e após processo de adoção em Rio Preto: 'Acalma o coração'

Projeto "Ninho do Bebê" é voltado para a primeira infância, que compreende os seis primeiros anos da criança. É destinado a casais que adotaram ou estão aguardando a adoção. Projeto acolhe famílias que querem adotar ou já adotaram crianças em Rio Preto Para casais que aguardam o filho biológico, o tempo de espera, muitas vezes, é de nove meses. Mas, para famílias que estão à espera da adoção, o processo pode ser longo, e vem acompanhado de apreensão e muita ansiedade. ???? Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Em São José do Rio Preto (SP), um projeto denominado "Ninho do Bebê" acolhe pais que praticam este gesto de amor e generosidade. Eles são acompanhados antes, durante e após a chegada do filho no âmbito familiar. Projeto "Ninho do Bebê" de Rio Preto que acolhe casais que adotaram ou irão adotar crianças TV TEM/Reprodução A chegada de um filho, adotivo ou biológico, é capaz de provocar um turbilhão de sentimentos: medo, amor, insegurança, instinto de proteção. A gravidez faz parte desse momento de transição na vida de futuros mães e pais, mas, no caso de casais que decidem adotar, o processo pode ser bem mais longo. Para Luciana Monteiro Montalvão e Sheila Ladeia de Souza, a espera foi bem maior que uma gestação de nove meses: foram sete anos e meio na fila. O casal entrou na fila para adoção em janeiro de 2016. Atualmente, faz um ano que Saulo, o filho adotivo delas, entrou para a família. Luciana Monteiro Montalvão e Sheila Ladeia de Souza de Rio Preto (SP) que entraram na fila para adoção em 2016 TV TEM/Reprodução Ambas as maternidades são cercadas de diferenças, mas, também, muitas semelhanças. Entre elas, o desafio de aprender a exercer o "papel de mãe". Foi no “Ninho do Bebê” que Sheila e Luciana encontraram um lugar onde podem falar sobre a fase da transformação. Como funciona o projeto? Durante o período que são acompanhados pelo projeto, os pais, muitos deles de "primeira viagem", recebem acompanhamento psicológico com profissionais especializados. O atendimento é direcionado à recepção e evolução da criança e, principalmente, dos responsáveis. A psicóloga Wanda Maria Borges é uma das responsáveis pelo trabalho e explica que o objetivo do projeto é ser um local de escuta. A troca de experiências entre os casais e as mediadoras ajuda na tomada de decisões importantes dentro da dinâmica domiciliar. "É uma roda de conversa, até certo ponto, pois o intuito é ter um caráter psicoterapêutico, então quando algum deles traz um problema ou uma situação difícil ou dolorosa, a gente trabalha tudo ali", conta a psicóloga. Projeto em Rio Preto acolhe casais que adotaram ou irão adotar crianças TV TEM/Reprodução Em alguns casos, a escolha pela adoção vem acompanhada de uma frustração por parte dos "futuros papais". A tentativa por uma gravidez biológica pode não dar certo e, antes de entrar na fila de adoção, o casal deve estar seguro e com o psicológico em boas condições, explica Wanda. Respeitando as regras estabelecidas dentro deste processo, a espera pelo filho pode ir além de nove meses. E a psicóloga reforça que lidar com a expectativa é o primeiro passo. Denise Savazo, que é pediatra, também participa como uma das mediadoras da conversa e conta que os pais que esperam ou tem um filho adotivo precisam de atenção e um acompanhamento diferente. "O momento de espera desses pais é equivalente a gestação de um filho biológico, mas que vem de outra forma. É um momento de incerteza, pois eles não sabem quando vai chegar o dia", revela a pediatra. Adoção O projeto serve como um curso preparatório para os pais além de preparar psicologicamente os casais TV TEM/Reprodução Com 28 anos de experiência como juiz na área de infância e juventude, Evandro Pelarin diz que alguns pais que ingressam na fila para adoção entram com a concepção de que estão fazendo "caridade". "Algumas pessoas vem com a ideia de ajudar aquela criança, como se fosse uma caridade e não que vai ser necessário passar por dificuldades que todo pai e mãe passam", explica o juiz. Por isso, cursos preparatórios, como o "Ninho do Bebê", são fundamentais, pois eles orientam e ajudam os pais nesses momentos. Andreia Pereira Majer Montalvão está na fila para a adoção de uma criança junto com o marido, Renato Valentim Montalvão. A dinâmica de atividades dentro do projeto tem dado forças e inspiração ao casal. "A preparação toda do grupo, acalma o coração, a gente vai vendo que é um passo de cada vez e vai organizando, mas mesmo assim existe uma ansiedade de que está chegando logo", revela Andreia. Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba. VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Publicada por: RBSYS

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