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Silêncio e desinteresse marcam o dia da condenação de Robinho por estupro em frente a imóveis do ex-jogador

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Silêncio e desinteresse marcam o dia da condenação de Robinho por estupro em frente a imóveis do ex-jogador

Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que ex-jogador cumpra 9 anos de prisão por estupro coletivo no Brasil. Robinho foi condenado na Itália. Silêncio e desinteresse da população em relação ao julgamento de Robinho marcaram o dia em frente aos imóveis do ex-jogador Mozarth Dias/g1 e Reprodução O silêncio e desinteresse da população da Baixada Santista sobre o julgamento da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que decidiu que Robinho cumpra a pena de 9 anos, em regime fechado, pelo crime de estupro coletivo foi o único registro feito pela imprensa em frente a dois imóveis do ex-jogador em Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Robinho foi condenado em última instância pela Justiça italiana em 2022, mas, por morar no Brasil, que não extradita brasileiros, o governo daquele país homologou um pedido para que ele cumpra a pena no país de origem. A decisão do STJ atende a esse pedido e faz cumprir a pena aplicada pela Justiça Italiana. Agora, os documentos da sentença serão homologados na Justiça Federal de Santos, que mandará executar a prisão imediatamente. A partir desse momento, o ex-jogador pode ser preso a qualquer momento. A defesa poderá recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). (entenda mais abaixo) Silêncio e desinteresse marcam o dia da condenação de Robinho por estupro em frente a imóveis do ex-jogador em Guarujá (à esq.) e em Santos (à dir.) Mozarth Dias/g1 e Addriana Cutino/g1 Durante o dia, equipes de reportagem da TV Tribuna, afiliada da Globo, acompanharam a movimentação em frente aos endereços ligados à Robinho: uma luxuosa casa em Guarujá e um prédio em Santos, cidade vizinha. Conforme apurado no local, o ex-jogador estaria no condomínio de luxo em Guarujá, já que nas últimas semanas ele esteve mais recluso e não fez aparições públicas. A movimentação foi tranquila e, pela manhã, poucos repórteres acompanhavam os momentos que antecediam o julgamento do STJ. Após a decisão da Corte Especial, alguns jornalistas foram ao local e, mais uma vez, nenhuma movimentação ou manifestação sobre a decisão. Do crime à decisão no Brasil STJ decide se Robinho será preso O crime de violência sexual em grupo contra uma mulher albanesa aconteceu em 2013, quando Robinho era um dos principais jogadores do Milan, time de futebol de Milão, na Itália. Nove anos após o caso, em 19 de janeiro de 2022, a justiça italiana o condenou em última instância. O julgamento do pedido da Justiça Italiana pela Corte Especial do STJ começou por volta das 14h desta quarta-feira (20) e foi realizado remotamente. Os ministros do Superior Tribunal de Justiça votaram em três quesitos: a condenação, o regime e a aplicação. Em maioria decidiram pela condenação a 9 anos por estupro coletivo, em regime fechado e com homologação da decisão, ou seja, prisão imediata. A defesa de Robinho poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). A equipe de reportagem tentou contato com a defesa do ex-jogador, mas não obteve retorno. O julgamento A sessão foi presidida pelo ministro vice-presidente do STJ Og Fernandes. O relator é o ministro Francisco Falcão. Os trabalhos serão transmitidos pelo canal do STJ no YouTube. Antes dos votos dos ministros, advogados apresentaram os argumentos pelo prazo de 15 minutos cada. Na sequência, votou o relator. Depois, os demais ministros, por ordem de tempo de casa. Como presidiu a sessão, o ministro Og Fernandes votaria apenas em caso de empate. Vida em Santos Antes da decisão em última instância, ele era presença constante nas redes de futevôlei da região e chegou a ser visto diversas vezes em uma quadra de futevôlei montada próxima ao Canal 6. Com a condenação italiana, Robinho não deixou de praticar o esporte, apenas passou a preferir convidar os amigos para jogarem em sua quadra particular, no Jardim Acapulco, em Guarujá. Robinho durante partida de futevôlei em Santos no ano passado Arquivo Pessoal Pedido da Justiça italiana Robinho vive no Brasil e a legislação nacional impede a extradição de brasileiros natos para cumprimento de penas no exterior. Em novembro, o Ministério Público Federal (MPF) defendeu, em manifestação ao STJ, que ele cumprisse a pena em solo brasileiro. Em fevereiro o governo do país europeu apresentou um pedido de homologação de sentença estrangeira, que condenou o ex-jogador em novembro de 2017. O pedido foi encaminhado ao Ministério da Justiça ao Superior Tribunal de Justiça. No conteúdo do processo, a defesa de Robinho que a homologação da sentença viola a Constituição, já que a Carta Magna proíbe a extradição de brasileiro nato e, diante disso, ele não cumprir uma pena estabelecida por outro estado. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Publicada por: RBSYS

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