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'Temia que acontecesse o pior', diz cantor ameaçado por PF com arma de fogo em bar; veja VÍDEO

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'Temia que acontecesse o pior', diz cantor ameaçado por PF com arma de fogo em bar; veja VÍDEO
Testemunhas dizem que confusão aconteceu por causa da música no local. Fredson Teles Moreira, de 50 anos, foi liberado após prestar depoimento; g1 tenta contato com policial federal. 'Temia que acontecesse o pior', diz cantor ameaçado por PF com arma de fogo em bar Um policial federal ameaçou pessoas com uma arma de fogo em um bar no Sudoeste, no Distrito Federal, na noite de sábado (14). O motivo foi a música do local, segundo testemunhas. Artur Reis é cantor e se apresentava no bar no momento da confusão (veja vídeo acima). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 no WhatsApp. "Ele chegou com uma arma na mão, me empurrou e eu fiquei completamente assustado. Eu levantei as mãos porque eu não tinha o que fazer. Teve um momento que ele me soltou, parou e me olhou. Eu temia que acontecesse o pior", diz Artur. O homem foi identificado como Fredson Teles Moreira, de 50 anos. Ele prestou depoimento na delegacia e foi liberado (veja detalhes abaixo). O g1 tenta contato com ele. A Polícia Federal também não se manifestou até a última atualização desta reportagem. Segundo testemunhas, cerca de 50 pessoas estavam no bar. Além das ameaças, o policial federal também jogou uma caixa de som sobre as mesas e cadeiras onde estavam os clientes. "Em nenhum momento ele chegou para negociar, para conversar. Ele já chegou mesmo para intimidar e para tirar a gente dali. Minha caixa [de som] está completamente amassada e eu perdi dois cabos nessa ocorrência", conta Rafael Lucas Ribeiro, dono do equipamento. Confusão Policial federal ameaça pessoas em bar em Brasília O momento em que o policial federal Fredson Teles Moreira chega ao bar foi gravado por testemunhas (veja vídeo acima). No vídeo, o homem se aproximou com a arma na mão e empurrou o cantor Artur Reis. Nesse momento, pessoas que estavam no local correram para fugir da confusão. Em seguida, o homem, já mais afastado do bar, ameaçou as pessoas que gritavam com ele. O dono do bar disse que não havia nenhuma irregularidade no evento. "Eu estava dentro do alvará, fazendo meu evento totalmente legal. Não tinha dado nem 22 horas ainda. A gente não recebeu nenhuma reclamação a noite inteira. Nenhuma, nem de um síndico, nem de ninguém que mora aqui em cima", diz Bruno Kruxen. Depoimento Os envolvidos foram levados para a 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. O caso é investigado como vias de fato e dano. Em depoimento à polícia, o policial federal afirmou que estava incomodado com o barulho e ligou para a Polícia Militar. Como uma equipe não foi até o local, ele disse que decidiu ir até o bar e admitiu que chegou gritando, pedindo para que abaixassem o som. O policial federal disse ainda que, durante a confusão, bateu no teto de um carro. Nesse momento, ele afirma que várias pessoas se aglomeraram ao seu redor, quando teria sacado a arma. No entanto, Fredson contou que a manteve apontada para baixo, sem direcionar para ninguém. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a arma foi devolvida para o policial federal já que não foi direcionada par ninguém. Fredson foi liberado logo em seguida. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: policial federal ameaça pessoas com arma de fogo em bar de Brasília SUDOESTE: mulher é vítima de importunação sexual em comércio no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Publicada por: RBSYS

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