Kirchner, que foi presidente do país entre 2007 e 2015, foi condenada a 6 anos de prisão em 2022. Ela ainda pode recorrer na Suprema Corte do país. Cristina Kirchner em discurso no dia 17 de novembro de 2022
Agustin Marcarian/Reuters
Um tribunal de apelações federal da Argentina confirmou nesta quarta-feira (13) a condenação da ex-presidente Cristina Kirchner a seis anos de prisão e impedimento de concorrer novamente a um cargo público.
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A decisão desta quarta confirma a sentença imposta a Kirchner em 2022. Na ocasião, a ex-presidente, que governou a Argentina entre 2007 e 2015 e foi vice de Alberto Fernández, havia sido condenada acusada de chefiar uma organização criminosa para desviar dinheiro do Estado durante seu mandato.
Sua defesa recorreu da decisão ao tribunal de apelações, que manteve toda a pena, que inclui:
Seis anos de prisão;
Uma multa, que subiu para 85 milhões de pesos (cerca de R$ 490 mil);
Impedimento vitalício de concorrer a cargos públicos.
No entanto, Kirchner não será presa porque ela ainda pode apelar à Suprema Corte da Argentina.
A confirmação da sentença da ex-presidente foi adotada de forma unânime pelos juízes do tribunal de apelações.
Segundo o jornal argentino "Clarín", a defesa de Kirchner tem um prazo de dez dias para apelar da sentença à Suprema Corte, que começaria a analisar o caso somente em março de 2025. O Ministério Público Fiscal argentino, órgão que representa o governo argentino na acusação,
Esta reportagem está em atualização.
Publicada por: RBSYS