A Comissão Processante foi definida durante reunião ordinária, nesta segunda-feira (1°). Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP) aprova abertura do processo de cassação do prefeito Ed Thomas (MDB)
Murilo Zara/TV Fronteira
Após a Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP) aprovar a abertura do processo de cassação, o prefeito Ed Thomas (MDB) falou sobre o receio quanto à possível cassação e afirmou que está no cargo para “cumprir a lei”.
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A denúncia é de autoria do vereador Mauro Marques das Neves (PODE) e trata sobre uma possível irregularidade no recebimento de duas emendas impositivas, totalizando R$ 90 mil, que deveriam ser repassadas para a Estratégia Saúde da Família (ESF) da Vila Marcondes.
Em entrevista ao programa CBN Fronteira, da rádio CBN Prudente, o prefeito Ed Thomas relatou que não pode contratar e fazer a reforma, é necessário fazer uma licitação.
“Nós vivemos de acordo com a lei de licitação. Muitas licitações que nós abrimos aqui na Prefeitura, para várias obras, dão deserto. Não aparecem empresas para fazer. Muitas vezes, o montante de recurso é pouco para a empresa e ela não se interessa. Nós fazemos uma juntada de recursos e emendas, que é o que foi feito nesse caso, para que seja um atrativo para a empresa participar e realizar as obras”, relatou o chefe do Poder Executivo.
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Além disso, Ed Thomas afirmou que “a única empresa vencedora do certame foi inabilitada”.
“Tecnicamente, ela não apresentou documentos que precisavam e, com isso, foi respeitado o prazo de recurso. Logo após, foi reaberto o processo licitatório, obedecendo o tempo previsto em lei”, avaliou o prefeito.
Em relação ao processo de cassação aprovado pela Câmara Municipal, Ed Thomas disse que está no cargo “para cumprir a lei” e “a resposta será dada dentro daquilo que eu fiz no cumprimento da lei”.
“Não tenho receio quanto a isso. Até porque, uma cassação não é o final de vida de um ser-humano, de forma nenhuma. A perda maior da vida de um ser-humano é quando ele perde a família, esse é o maior patrimônio. Fiscalização é uma situação, perseguição é outra situação. Nós entendemos o momento político. É claro que muitos grupos não me querem na Prefeitura, eu entendo isso, mas que deixem acontecer pela maneira democrática”, finalizou o prefeito de Presidente Prudente.
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Publicada por: RBSYS