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Uso do aplicativo Celular Seguro fica muito mais simples

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Uso do aplicativo Celular Seguro fica muito mais simples
Não será mais preciso informar o IMEI e nem o modelo do aparelho. Serão necessários apenas o número do telefone, o nome da operadora e a marca do aparelho. Governo simplifica adesão ao aplicativo Celular Seguro O governo atualizou o aplicativo que bloqueia celulares roubados. O processo ficou bem mais simples. No Brasil, a cada hora são roubados ou furtados 114 celulares. O momento seguinte ao crime é, quase sempre, de pânico. Ainda atordoado, o usuário tem que correr contra o tempo, tentar se lembrar quais aplicativos ficaram abertos e ainda tem que avisar o banco, a operadora de cartão de crédito. Em dezembro de 2023, o governo federal criou um aplicativo para ajudar a vítima: o Celular Seguro. No aplicativo, o usuário tem uma espécie de botão de emergência para bloquear o aparelho e, assim, reduzir o prejuízo. O bloqueio pode também ser feito por uma outra pessoa previamente cadastrada. Na sequência, o próprio aplicativo envia uma mensagem a Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações, que bloqueia a linha de celular e os aplicativos de bancos. Quatro meses depois de lançado, a adesão é muito menor do que o governo esperava. Do total de 256 milhões de linhas registradas no Brasil, cerca de 1,6 milhão de telefones foram cadastrados no aplicativo. O governo concluiu que a adesão não foi maior por causa de uma dificuldades do usuário: fornecer um um código de 15 números, o IMEI, que é a identificação internacional do celular. Esse código está na nota fiscal e pode também ser encontrado no próprio aparelho, mas nem sempre é fácil se chegar a ele. Por isso, o governo decidiu que não é mais necessário fornecer nem o IMEI, nem o modelo do aparelho. Daqui para frente, basta informar o nome da operadora, o número do telefone e a marca do aparelho. Ministério atualiza o Celular Seguro para tornar o programa mais eficaz; veja mudanças O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida, disse que essa facilidade não afeta a segurança do aplicativo. "Absolutamente seguro. O sistema puxará esse dado de IMEI automaticamente vinculado à linha telefônica, aquele o número que o usuário vai cadastrar, aquele número que ele informa. Então, quanto ao sigilo dos dados, quanto à segurança das informações, o cidadão pode ficar absolutamente tranquilo. A vida das pessoas está no aparelho celular, vida pessoal, vida profissional e até financeira, então, isso é um tormento para população brasileira e vamos lutar para combater esse tipo de criminalidade com prioridade", afirma ele. Com a nova versão, o usuário terá até 15 dias após a ocorrência para notificar o roubo no aplicativo e poderá escolher se que bloquear apenas o aparelho e a linha, ou incluir também os aplicativos. Quem já baixou o aplicativo precisa fazer a atualização. LEIA TAMBÉM Celular Seguro: como recuperar acesso a contas de bancos após perda ou furto

Publicada por: RBSYS

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