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Vozes que Transformam: casais homoafetivos constroem histórias de afeto, respeito e luta

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Vozes que Transformam: casais homoafetivos constroem histórias de afeto, respeito e luta

Na Semana do Orgulho, a TV Clube apresenta uma série de reportagens para destacar trajetórias de pessoas que lutam pelo direito de serem quem são. Vozes que Transformam: casais LGBT+ constroem histórias de afeto, respeito e luta Casais homoafetivos mostram que o amor tem muitas formas e muitos rostos. Em 2023, o Piauí registrou o maior número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo desde a regulamentação deles em 2013. ????️‍???? Na Semana do Orgulho, a TV Clube apresenta a série especial "Vozes que Transformam", com três reportagens veiculadas entre quarta (25) e sexta-feira (27). Veja a segunda no topo da reportagem. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O primeiro encontro entre o estudante universitário João Gabriel Alves e o recepcionista Joe Alencar aconteceu em 2018, no Parque da Cidadania, Centro de Teresina. Um mês depois, eles colocaram os "pingos nos is" e oficializaram a relação. Desde então, demonstram publicamente seu amor e convivem em harmonia com suas famílias. "Podemos fazer o que há pouco tempo os casais gays eram impedidos de fazer. Eles tinham que se encontrar escondido da família. A gente convive com a nossa e é amado por ela", afirma João. Joe e João Gabriel se conheceram em parque e estão juntos há sete anos Gustavo Cavalcante/TV Clube Amor ao primeiro beijo A empresária Débora Raquel e a jornalista Camila Hilário estão juntas há dois anos. Elas se conheceram pela internet e começaram a conversar depois que Camila raspou a cabeça durante a pandemia de Covid-19. No início, Débora a elogiava, mas Camila não percebia que a atual esposa estava flertando com ela. As conversas se aprofundaram até decidirem eternizar o laço entre as duas. "Foi amor à primeira vista, ao primeiro beijo. É aquele ditado de 'casar no rolê': a gente ficou e nunca mais se soltou", brinca a empresária. Débora lembra que teve medo de se assumir lésbica para seus parentes, mas seu pai a apoiou fortemente. Depois que ele faleceu, a filha passou a usar o relógio dele no pulso. "É preciso ter coragem para amar. O Brasil ainda é um lugar muito LGBTfóbico, e as relações entre duas mulheres às vezes vão para um lugar de fetiche ou objetificação. A gente quer ser vista como uma família", destaca Camila. Débora e Camila flertavam on-line até se apaixonarem e casarem em 2022 Gustavo Cavalcante/TV Clube ???? Confira as últimas notícias do g1 Piauí ???? Acompanhe o g1 Piauí no Instagram e no X VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Publicada por: RBSYS

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