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Wilmar Lacerda, vice-presidente do PT no DF, continua preso por suspeita violência sexual contra adolescentes após decisão da Justiça

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Wilmar Lacerda, vice-presidente do PT no DF, continua preso por suspeita violência sexual contra adolescentes após decisão da Justiça

Ele foi preso nesta quinta-feira (24) em Brasília. Defesa nega crimes e diz que político colabora com autoridades. Wilmar Lacerda, suplente do senador Cristovam Buarque Alessandro Dantas/PT no Senado A Justiça decidiu que o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no Distrito Federal, Wilmar Lacerda, deve continua preso por suspeita de prática de crime de pedofilia. A determinação foi dada nesta sexta-feira (25) após audiência de custódia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. O político é investigado por suspeita da prática do crime de pedofilia contra jovens de 13 e 17 anos. As investigações começaram após uma denúncia contra um empresário do DF, amigo de Wilmar (veja detalhes abaixo). A defesa do político diz que a prisão é "alicerçada em equivocadas premissas e em fantasiosas deduções elásticas". Além disso, os advogados apontam que Wilmar colabora com as autoridades e que vão entrar com pedido de habeas corpus. Em nota, o PT disse que Wilmar está afastado cautelarmente da sigla até "que se esclareçam os graves fatos noticiados". Wilmar Lacerda foi preso nesta quinta-feira (25) em uma via pública, a entrequadra (EQS) 204/205, na Asa Sul. A abordagem foi feita por três policiais que estavam com o mandado de prisão preventiva contra o político. O celular dele foi apreendido. Investigações começaram após denúncias contra empresário do DF A operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), batizada de Predador, começou em agosto de 2024, com a prisão de um empresário, de 61 anos, amigo de Wilmar Lacerda. O empresário, que está preso, é suspeito de aliciar e abusar de "dezenas de adolescentes, a maioria com 12 e 13 anos de idade". Uma das vítimas, com 16 anos atualmente, contou que era abusada desde os 13 anos. Os investigadores descobriram que o empresário organizava festas com meninas em uma chácara, em Brasília, e dava presentes para elas. A defesa do empresário conseguiu um habeas corpus à época e, após o homem tentar fugir, a prisão preventiva dele foi decretada. O empresário ainda é suspeito de pagar as vítimas pela prática de sexo, chegando a dar R$ 1 mil para meninas virgens. LEIA TAMBÉM: CRIME DA 113 SUL: assistentes de acusação reiteram ao TJDFT pedido de prisão de Adriana Villela CEILÂNDIA: homem dispara 12 vezes e mata pai e filha em frente de casa no DF; polícia divulga imagem de suspeito Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Publicada por: RBSYS

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